Dor torácica e dispnéia súbita
Homem de 57 anos procura o pronto-socorro com dor torácica e dispnéia súbita de início há 24 horas. PA: 130 x 80 mmHg, P: 82 bpm e AP normal. Após 12 horas da chegada ao pronto-socorro, na unidade de observação, o paciente apresenta uma parada cárdio-pulmonar. Nesse exato momento, o monitor mostra o traçado a seguir.
Além de garantir vias aéreas e ventilar o paciente, a conduta imediata correta inclui:
a. adrenalina, atropina e desfibrilação com 200 Joules.
b. amiodarona, volume (soro fisiológico) e desfibrilação com 360 Joules.
c. atropina, adrenalina, amiodarona e massagem cardíaca.
d. adrenalina, volume (soro fisiológico) e massagem cardíaca.
e. marcapassotranscutâneo e preparar para passar o marcapassotransvenoso.














Caso de AESP. Tratamento envolve massagem, ventilação e buscar causas da PCR (Hs e Ts). Nesta última revisão do ACLS, mesmo em AESP com frequências eletrocardiográficas lentas, a atropina não é mais usada.