Homem de 48 anos, previamente hígido, embora não tenha qualquer tipo de acompanhamento médico, é levado ao hospital devido a cefaléia súbita, de forte intensidade, seguida de três crises convulsivas (tônico-clônicas generalizadas).
Ao exame físico: período pós-ictal (confuso e sonolento), corado, hidratado, afebril; pressão arterial logo à chegada ao hospital: 170 x 100 mmHg, pulso: 104 bpm, saturação arterial de oxigênio: 96%. Ausculta cardíaca e pulmonar normais. Glicemia capilar (dextro): 86 mg/dL. Radiografia de tórax e eletrocardiograma: normais.
Exames complementares: sódio: 136 mEq/L, potássio: 4,6 mEq/L, uréia: 32 mg/dL, creatinina: 1,1 mg/dL, hemograma e coagulograma normais. Uma tomografia de crânio sem contraste foi realizada e mostrada a seguir.
Em relação ao manejo inicial da pressão arterial do paciente, nesse momento, é correto afirmar:
Excelente caso para demonstrar que nos emergencista nao devemos piorar o prognostico com algumas atitudes , com por exmplo tentar abaixar a pressao arterial, abaixando assim a PAM que e fundamental para manter perfusão cerebral na area de penumbra peri-hematoma ( PPC=PAM-PIC)
O quadro clínico sugere o seu inicio com a instaslação da hemorragia cerebral, cuja natureza requer uma angiografia ou angioresonância para qualificar.Quanto a pressão arterial,parece ser compensatória no pos crise convulsiva,apesar de creatinina estar 1,1, não deve ser hipertenso prévio, e ainda com frequência de 104bpm, caracteristica de pos crise, bem com a confusão e sonolência.
A urgência está em qualificar a natureza do sangramento para procedimento sucessivo.
Complementando o meu comentário, a opção correta é não indicar anti-hipretensivo no momento.
Há um nível de corte, a partir do qual eu tenho indicação de uso de anti-hipertensivo?
Grata
quadro bem característico de AVCI portanto nao não fazer drogas anti-hipertensiva ;fazer arteriografia cerebral para posterio conduta.