ABRAMEDE - Associação Brasileira de Medicina de Emergência

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Comentários (9)

  1. 02/05/2010 às 19:01
    #1 João Batista Martins Neto

    penso que o preparo do médico, tanto teórico como prático, visando às provas (teóricas e práticas) para a obtenção do Título de Especialista em Urgências e Emergências é fundamental para termos profissionais bem preparados atuando nos PSs e Salas de Emergências dos Hospitais. Um Título de Especialista sistematiza o conhecimento e orienta a boa prática dos procedimentos específicos de uma área médica. É fundamental que a área de Urgência e Emergência conte com um Titulo de Especialista para os seus praticantes.

  2. 07/05/2010 às 09:51
    #2 Noelson Vieira Zamproni

    Não tem como negarmos, que a maioria dos médicos que trabalham em emergência, pricipalmente clínicos, não tiveram uma preparação específica para a área,muitos são médicos novos que só estão fazendo um trabalho temporário até que ingressem na residência, ou são médicos com algum tempo de trabalho, e que não possuem tempo suficiente para se capacitar para tal, seja com pós-graduação ou residência específica ná área. Lembramos ainda a falta de estímulo que ocorre tendo em vista a baixa remuneração, comparada às outras áreas da medicina, e o excesso de trabalho, haja visto que o poder público não cumpre a obrigação de manter um atendimento básico de saúde o que faz com que um elevado número de pacientes compareçam aos serviços de emergência para simples consultas. A idéia de se instalar equipes de treinamentos teórico-prático de emergência em âmbito estadual, em que após o término do curso, o médico, se submeta a exame para obtenção do título de especialista em emergência, parece-me uma latrenativa viável para aqueles profissionais que já estão na atividade há algum tempo e não possuem tempo ou recursos para cursarem residência médica . A partir desta titulação, de forma democrática, com valorização adequada do profissional,teríamos a obrigatoriedade de só assumirem serviços de emergência, os profissionais devidamente titulados, seja por residência, para os novos médcos, ou por curso de capacitação para aqueles que já estão na atividade há mais tempo.

  3. 07/05/2010 às 11:06
    #3 Carlos Roberto Moreira

    Fazer cursos pela internet, criar congressos estaduais, implantar núcleos de treinamentos práticos em todos os estados, para os atuais médicos que já trabalham em PS possam se atualizar e reciclare já iniciando a residencia médica e medicina de emergência. Vejam os exemlos da e colômbia esta com quase duas décadas da criação da residência, a Argentina que as últimas informações do último Congresso de Interamericano em 2008 já está agora a completar seu décimo ano de residência, sem ainda orecinhecimento como esecialidade no pais. Acho que temos que ir tocando as coisas em paralelo, crescem e se formam preceptores e implantamos a residência. Na verdade as respostas C e D são pertinentes na minha opinião.

  4. 07/05/2010 às 11:16
    #4 Otavio Silva

    Acho fundamental estar preparado para supervisionar residência, caso contrário pode cair em descrédito antes de nascer efetivamente

  5. 07/05/2010 às 16:10
    #5 Otacilio Gomes de Oliveira Filho

    Não tenho talvez tantos anos de experiencia em medicina de urgência, formei-me no final de 2006 e desde entao trabalho em atividades que envolvem a urgencia e emergencia no dia-a-dia (PS e resgate de rodovias). Entretanto, assim que comecei a trabalhar na área, fiz uma pós-graduação lato-sensu em emergencias pela FCMMG e pude ver, de lá pra cá, o quanto foi importante para a sistematizacao do conhecimento e segurança para o trabalho nesta área. Seria importante sim investirmos em capacitação para o profissional que lida diariamente em PSs e lutarmos para que a residência médica seja, no futuro, pré-requisito para seu ingresso nesse mercado de trabalho. Assim, teremos mais segurança e confiança no profissional emergencista, colaborando para maior e melhor sobrevida principalmente dos pacientes graves.

  6. 08/05/2010 às 13:11
    #6 MAURO CARVALHO DE LIMA

    Sou de Manaus-Am, e acho fundamental que o emergencista tenha treinamento adequado, específico para a área de atuação, com titulação, que a própria população exige, e mais ainda que haja uma total integração com a região norte, pois pra nós se torna as vezes inviável o acompanhamento da medicina com o resto do Brasil, devido a carestia (deslocamento, acomodação,etc.) até para ir em congressos. Portanto usem um núcleo local e internet para nos ajudar.

  7. 09/05/2010 às 08:33
    #7 Rita Fuertes Jannuzzi visitar site

    Acho SIM, de vital importância , a capacitação de nós médicos que atuamos na área de Emergência e Urgência no Brasil. No entanto, acho que em primeiro lugar, a briga da ABRAMED para que o nosso TRABALHO seja reconhecido junto ao Ministerio da Saude, na minha opiniao, deveria ser PRIORIDADE! Pois, nos nao temos direito algum, mas MUITA RESPONSABILIDADE SOBRE AS NOSSAS COSTAS!

  8. 11/05/2010 às 16:54
    #8 Maria de Fátima

    as instalações físicas das emergências de hospitais públicos estão, há anos, em péssimas condições. A falta de elementos básicos, como grades nas macas (basta ir a emerg~encia do Hospital Municipal Miguel Couto), e de reciclagem dos profissionais de saúde (não apenas os médicos) é alarmante.

  9. 12/05/2010 às 15:28
    #9 Fernando Helio

    Acredito que tem de haver democratização da melhor evidência médica disponível no atendimento de urgência e emergência. Cursos de atualização práticos e teóricos, gratuitos, de norte a sul do país, de leste a oeste. Isso é que deve ser priorizado. Quanto a especialidade na área, deve ser uma opção e não uma imposição. Mas é imperativo que todo bacharel em Medicina saia da escola preparado para atender principalmente emergências, independente da especialização que venha adotar ou se vai ou não atuar em PS. Enfim, a melhor informação, padronizada, deve ser acessada por 100% dos médicos.

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